Você rodou as campanhas. Entregou os criativos no prazo. Fez o seu trabalho — e fez bem feito.
“Não vendi, então não vou pagar.”
Aí vem a parte que ninguém te ensinou: o cliente atrasa, enrola, ou some. E quando você vai cobrar, trava — com medo de parecer que está implorando, com medo de perder o cliente, sem saber exatamente o que dizer.
O resultado é sempre o mesmo: você engole o prejuízo. E não é a primeira vez.
O problema não é o seu serviço. É que a sua operação não tem a estrutura jurídica que protege quem vende trabalho técnico.